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Relacionamento significa algo completo, acabado, fechado. O amor nunca é um relacionamento; o amor é contínuo. É sempre um rio, fluindo, interminável. O amor não conhece ponto final; a lua de mel começa, mas nunca termina. Não é como um romance que começa em um determinado ponto e termina em um determinado ponto. É um fenômeno em curso. Amantes tem um fim, mas o amor continua.
Osho
jul. 30, 2014
aomesmotempoagora:

era uma vezuma mulher que viaum futuro grandiosopara cada homem que a tocavaum diaela se tocoueu pensava que o amorme faria uma rainhae quando você chegasseeu não seria mais sozinhavocê chega da gandaiasó pensando numa “zinha”seu amor é pouca palhapara minha fogueirinhao que vocêjogou foraé para poucosmeu mal foi jogarpérolas aos porcoseu não sou da sua laianão quero sua ladainhapra ser mal acompanhadaprefiro ficar na minhaAlice Ruiz
via Feminismo Sem Demagogia - Original
jul. 29, 2014 / 35 notas

aomesmotempoagora:

era uma vez
uma mulher que via
um futuro grandioso
para cada homem que a tocava

um dia
ela se tocou

eu pensava que o amor
me faria uma rainha
e quando você chegasse
eu não seria mais sozinha

você chega da gandaia
só pensando numa “zinha”
seu amor é pouca palha
para minha fogueirinha

o que você
jogou fora
é para poucos
meu mal foi jogar
pérolas aos porcos

eu não sou da sua laia
não quero sua ladainha
pra ser mal acompanhada
prefiro ficar na minha

Alice Ruiz

via Feminismo Sem Demagogia - Original

jul. 29, 2014 / 4 notas
Quase Nada, Zeca Baleiro. Composição de Baleiro e Alice Ruiz
jul. 29, 2014 / 138 notas
Quase Nada, Zeca Baleiro.
Composição de Baleiro e Alice Ruiz
sumiê de fios, de folhas, sem tinta e sem pincel, onde o espaço faz papel de papel, o fio faz o efeito da escrita, os livros, fios em branco, são lidos pelo avesso, de lado, de vulto, de soslaio, os fios das folhas em ritmo, ora gráfico, ora elétrico, escrevem rimas ricas, linhas em todas as direções devolvem, resolvem nosso emaranhado enquanto flutua a dura madeira, nua carne, árvore madura suspensa, susto que pensa, pressente, arrepio de pêlos que nascem, atravessam, passam, morrem no pálido da pele onde ainda persiste um nada que se move na força dos fios e revela sua leveza e eleva o peso do espaço com todas as palavras não ditas.
Alice Ruiz; “sem palavras” (via eu-sem-poesia)
jul. 29, 2014 / 13 notas
E de agora em diante teria sido decretado o amor sem problemas
E seriam vitrines nos olhos, e as almas vagariam sem medo
E de agora em diante seria pra sempre o que pra sempre acabara
E seria tão puro o desejo dos homens
Que Dionísio enlaçaria a virgem com braços enternecidos
E aplaudiríamos, calmos e frenéticos como um São Francisco febril
E de agora em diante pra trás não haveria
Não mais a virtude dos fortes, mas o mérito dos suaves
O homem feminino e a mulher guerreira
O amor comunitário, sem ciúmes
Dariam as mãos as moças que amo e brincariam de roda em volta de minha preferida
E um artesão criança esculpiria flores nos cabelos e um sorriso sincero no rosto
E de agora em diante Mahatma Gandhi estava vivo pra sempre e Jesus era hippie
Beethoven era roqueiro e Lennon era como nós
E se não desse certo, de agora em diante, ao menos teríamos tentado
Oswaldo Montenegro
jul. 28, 2014 / 1 nota
jul. 28, 2014
jul. 28, 2014

NOME PRÓPRIO | CAMILA JAM - FILME BRASILEIRO COMPLETO (2007)

jul. 28, 2014 / 1 nota
jul. 28, 2014

Meu coração vagabundo
Quer guardar o mundo em mim